Os ecos de próspero

O legado colonial no imaginário turístico caribenho moderno

Autores

Palavras-chave:

Caribe, colonialismo, turismo, Shakespeare

Resumo

 

O artigo analisa a construção e representação de espaços e sujeitos no imaginário turismo caribenho moderno e sua relação com a produção e circulação de imagens, processos civilizatórios, e o desenvolvimento do capitalismo que se remontam ao início da presença européia na bacia, no século XVI. Parte-se da metaforização destas relações na a La Tempestade, de William Shakespeare, especificamente na relação entre Próspero e a ilha como espaço, e sua relação com os habitantes nativos desta, especialmente Calibán. O artigo propõe -fazendo uso da obra shakespereana, dos processos históricos coloniales no Caribe, a partir das primeiras descrições européias da zona nos diários de Colón o desenvolvimento da plantação esclavista, e a instauración do turismo moderno- que a grande maioria das dinâmicas coloniales ainda persistem em na percepção e o uso do Caribe como destino turístico.

Biografia do Autor

  • Esteban Barboza-Núñez, Msc, Universidad Nacional de Costa Rica

    Costarricense; Licenciado en la enseñanza del inglés por la Universidad Nacional de Costa Rica; máster en literatura por la Universidad de Costa Rica; doctorando en estudios de la sociedad y la cultura por la Universidad de Costa Rica. Profesor investigador de la Universidad Nacional de Costa Rica.

Publicado

2018-04-05

Edição

Seção

Essays

Como Citar

Os ecos de próspero: O legado colonial no imaginário turístico caribenho moderno. (2018). Ágora de Heterodoxias, 4(1), 67-86. https://revistas2.uclave.org/index.php/agora/article/view/130