Os fios infinitos de Andrés Eloy Blanco Ética deontológica em prosa, verso e oratória

Autores

Palavras-chave:

Andrés Eloy Blanco, poesia, ética deontológica, política

Resumo

O escritor Domingo Miliani adverte sobre a recorrência do fio como símbolo de continuidade após o finito (da necessidade do imperecível, da vida apesar da morte), na obra de Andrés Eloy Blanco, famoso poeta popular da Venezuela, que também foi uma figura transcendente da política nacional na primeira metade do século XX. Tentando trazer novas leituras para os achados de Miliani sobre o fio tecido na poética de Blanco, e atendendo ao que parece ser um convite que à época fez o maestro Luis Beltrán Prieto Figueroa - continuar mexendo na constante desta metáfora do fio na obra de Andrés Eloy Blanco-, se apresenta um exercício de interpretação deste recurso retórico sobre o fio e a tecelagem como elementos que alinhavam e remendam um saudoso enredo moral nos tempos do poeta, tanto em prosa jornalística quanto ensaística, incluindo seus discursos como parlamentar, e nos tempos de exílio que ele viveu no México, entre 1948 e 1955, ano este o de sua morte, que ocorreu em Cuernavaca. Em essência, o pensamento do poeta nos textos tratados tem uma tendência moral de natureza deontológica. 

 

 

 

 

Biografia do Autor

  • Francisco Isaías Camacho-Rodríguez, Dr., Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado

    Venezuelano. Doutor em História (Universidad Central de Venezuela, Caracas), Mestre em História (Universidad Pedagógica Experimental Libertador, Barquisimeto), Graduado em Comunicação Social (Universidad Católica Cecilio Acosta, Maracaibo). Membro da Fundación Buría de Barquisimeto. Professor do programa de Desenvolvimento Humano da Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado. Menção Honrosa no XXX Concurso Internacional de Ensaios do Centro Latino-Americano de Administração para o Desenvolvimento (CLAD).

Publicado

2019-11-08

Edição

Seção

Essays

Como Citar

Os fios infinitos de Andrés Eloy Blanco Ética deontológica em prosa, verso e oratória. (2019). Ágora de Heterodoxias, 4(2), 172-187. https://revistas2.uclave.org/index.php/agora/article/view/2308