A lei de florestas venezuelana no marco do desenvolvimento sustentável

Autores

  • María Gabriela Velázquez-Mirabal, Msc. Universidad Experimental de los Llanos Occidentales Ezequiel Zamora, Venezuela
  • María Adela Mendoza-Sánchez, Msc. Universidad Experimental de los Llanos Occidentales Ezequiel Zamora, Venezuela

Palavras-chave:

Lei florestal, desenvolvimento sustentável, floresta de atividade e Venezuela

Resumo

A Lei de Floresta (2013) fornece um quadro regulamentar para a gestão sustentável das florestas, o país e seu povo, como parte da instrumentalização jurídica da Venezuela, de acordo com as exigências do contexto nacional política, social e econômica. Desde compromissos com o desenvolvimento sustentável expostas em acordos e declarações a à confluência de conteúdo ambiental, administrativa, punitiva, social, política e econômica múltiplo na atual lei sobre Florestas da Venezuela em componetes  analisados ​​a partir de uma revisão de documentos, sob a perspectiva sistêmica, a lógica dialética e princípio da complementaridade presente na referida Lei. Os princípios do desenvolvimento sustentável contidos na Constituição da República Bolivariana da Venezuela, os direitos de terceira geração, Objetivos de desenvolvimento do Milênio, a Declaração de princípios para Manejo Florestal sustentável produzido no Rio de Janeiro, a Agenda 21 e os Princípios para o Desenvolvimento sustentável contidos na Carta da Terra, integradas constituem a essência do seu conteúdo. A Lei de Floresta (2013) regulamenta a silvicultura, a partir do entendimento entre as várias partes que convergem nele (política, institucional, social, cultural, científico, ecológico, econômico, administrativo e punitiva) e seu relacionamento juntos, para dar a natureza abrangente da gestão sustentável das realidades florestais. No entanto, em situações coexistem ordem institucional, jurídico, econômico, ecológico e social complementar da Venezuela, o que atrasou os efeitos do presente instrumento jurídico sob os princípios do desenvolvimento endógeno e sustentável.

Biografia do Autor

  • María Gabriela Velázquez-Mirabal, Msc., Universidad Experimental de los Llanos Occidentales Ezequiel Zamora, Venezuela

    Venezolana, Socióloga (Universidad Nacional Experimental de los Llanos Ezequiel Zamora), Magister en Educación Ambiental (UNELLEZ). Doctorando en Ambiente y Desarrollo (UNELLEZ). Docente en el escalafón de Agregado de la Universidad Nacional Experimental de los Llanos Ezequiel Zamora (UNELLEZ), adscrita al Programa Ciencias Sociales y Jurídica. Grupo de Investigación “Educación y Gestión Ambiental” y la Comisión de Ambiente, l Centro de Investigaciones Económicas y Sociales.  

  • María Adela Mendoza-Sánchez, Msc., Universidad Experimental de los Llanos Occidentales Ezequiel Zamora, Venezuela

    Geógrafo (Universidad de los Andes), Magister en Ciencias Ambientales, mención Gestión Ambiental (Universidad Nacional Experimental de Guayana), Doctorando en Ambiente y Desarrollo UNELLEZ- VPDS. Profesora en el escalafón de Agregado de la Universidad Nacional Experimental de los Llanos Ezequiel Zamora, (UNELLEZ), adscrita al Programa Ciencias del Agro y Mar. Coordina el grupo de Investigación en Educación y Gestión Ambiental y la Comisión de Ambiente, ambos de UNELLEZ- VPDS.

Publicado

2017-06-01

Edição

Seção

Original articles from researches

Como Citar

A lei de florestas venezuelana no marco do desenvolvimento sustentável. (2017). Ágora de Heterodoxias, 3(1), 46-65. https://revistas2.uclave.org/index.php/agora/article/view/189